quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Pinceis de maquiagem...

 

Os pincéis de maquiagem são um dos instrumentos essenciais quando pretendemos maquilhar-nos a nós próprias, mas nem sempre recebem a atenção que merecem.

Existem pincéis de várias qualidades e a qualidade destes influencia tanto no resultado final como influencia a qualidade dos mesmos na pintura de uma tela ou trabalho. Para que os pincéis de maquiagem cumpram a sua função devem ser macios e não devem deixar soltar pêlos. 

Apesar de não serem baratos existem pincéis muito duradouros, por isso talvez valha a pena investir. Eu tenho pincéis que custaram à volta de dez euros (preço arredondado para cima) e que me duram há mais de seis ou sete anos.


Cada formato de pincel tem uma função específica que deve ser conhecida antes da sua utilização. Para quem recentemente começou a maquilhar-se talvez seja melhor optar por um pincel largo para aplicar o blush e um pincel pequeno e com esponja arredondada para aplicar a sombra. A pouco e pouco poderá ir adquirindo outros formatos de pincéis para aplicar a sombra na parte superior da pálpebra ou junto às pestanas e ir usufruindo e experimentando os vários tamanhos.


Também são frequentes as dúvidas sobre como e quando lavar os pincéis. As regras mandam lavar os pincéis todas as semanas. Na verdade eu não lavo muito os meus porque tenho já uma boa colecção deles e uso-os quase sempre com o mesmo produto, ou seja, para cada sombra um pincel, um para cada blush, uma esponjinha para cada base. Existem muitos produtos no mercado que trazem na embalagem pincéis para aplicar o produto.

Tenho os meus pincéis melhores num estojo separado da maquilhagem e fechado para não apanharem pó. No final de cada utilização costumo passá-los pelas costas das mãos para tirar o máximo de produto possível (sem pressionar) e isso ajuda a que se mantenham limpos.

Quando é mesmo necessário lavá-los podem ser lavados com produtos específicos à venda na loja de cosméticos ou deixados de molho com água quente e um pouco de sabonete neutro. Passado uns minutos retirar o excesso de água passando a mão de cima para baixo para retirar o excesso de água. Deixar secar natural e horizontalmente.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Embora Doa...



Detesto que os maus, os safados, os menores se safem impunes das maldades que praticam e  deixem sementes que outros regam para os mais novos as voltarem a praticar...

Cansa-me que existam pessoas a quem tudo é exigido, para que viver é uma constante luta e para quem, no final, a recompensa nunca se faz equivaler ao que já têm aqueles que por nada se esforçaram...

Deixa-me triste que haja quem passe por cima de outros em benefício próprio e que existam outros que disso têm conhecimento e que nada fazem para tornar a situação mais justa.

Empobrece-me sentir que tinha, tal como outros, direito a mais, mas que me espera a resignação de que cada um só tem uma vida e que o sol não nasce para todos de forma exatamente igual.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Suspiro...


Queria muito pôr uma foto dos verdadeiros suspiros que comi, mas não consegui fazer a transferência da foto para o meu computador (sim, é verdade, eu e as tecnologias não desenvolvemos uma com a outra uma relação de empatia)...

Mas isso não interessa nada... Todas as pessoas sabem o que é um suspiro. Vende-se ali na esquina. Quase  todas as pastelarias vendem aqueles doces enormes, de cor branca, rosada ou acastanhada. Há agora uma quantidade maior de variedades.

Desde miúda que é um dos meus doces preferidos. Lembro-me nitidamente da imagem de um prato de suspiros ao nível dos meus olhos ( em cima da mesa da sala da minha avó). Lembro-me de ter que erguer o braço para poder tirar um suspiro envolvido naquelas formas de papel ( que hoje em dia se vendem com uns padrões mais coloridos e divertidos do que tenho memória de serem os da altura).

Adorava. Aquela parte húmida no interior e a casca fininha que derretia na boca. 

Mas há mais de vinte anos deixou de existir a avó e desde então já provei vários, mas nenhum me soube a nada parecido. Certo também que os tempos mudaram e que já não é tão usual apresentar suspiros em todas as festas. Agora as hipóteses de variar são mais e a consciência da bomba calórica que aquilo é também.

Ainda assim a idade e a distância da família agravaram este meu saudosismo por coisas que comia na infância e que se envolvem mais da memória da felicidade sentida do que da quantidade de açucar que contém. 

Por isso as pessoas mais chegadas sabem como me presentear com estes miminhos e por diversas vezes o meu pai ou a minha mãe me compraram suspiros que... infelizmente... não cumpriam a sua função.

Mas um dia destes, numa festa de família voltei a recordar os suspiros da avó, aqueles que se derretiam na boca e na última visita que fiz a casa de um prima ela surpreendeu-me com um pratinho de suspiros.

O carinho já contava como fantástico, mas assim que olhei para o prato vi logo que eram daqueles, daqueles iguais aos da minha avó.

Tentei não comer o prato todo, mas ainda assim trouxe uma caixinha para me animar neste regresso ao trabalho...

É isto a família: a confiança para partilhar desejos, o carinho para fazer estas enormes surpresas, um não sei o quê que vai passando de geração em geração....

É disto que se fazem as protecções que nos amaciam as quedas que a vida guarda atrás da porta para nos fazer crescer.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Iniciativas Realistas...

 
Custa tão pouco contribuir...
www.the bighand.org



Vários estudos comprovam que não basta "dar o peixe", mas que também não é suficiente "ensinar a pescar".
 Existem muitas variáveis e condicionalismos na construção sistemática de situações que, para nós, privilegiados por viver num país desenvolvido e esclarecido, nos chocam tanto como ver umas dezenas de homens a serem mortos a tiro (atrevo-me a dizer que possivelmente mais).

Refiro-me a situações que nos deixam pesados por dentro por as sabermos consistentes, repetitivas, toleradas,  e ao mesmo tempo se nos afiguram como tão desumanas e cruéis. Refiro-me à fome, à extrema pobreza, à falta de água, à falta de habitações, à falta de acesso aos cuidados básicos de saúde, à falta de acesso à educação, ao conhecimento, ao poder de decidir.

Por isso, chamo a atenção para mais esta fundação que tem um objetivo concreto e bem definido, que se destaca de outras (também necessárias e muito válidas), apostando na construção de escolas, na preparação dos professores e no alcance das condições necessárias para que todas as crianças possam usufruir de uma educação adequada.

Porque só a educação pode levar ao esclarecimento, ao desmistificar de medos, hábitos e costumes, ao poder da escolha, à auto-suficiência. Porque os que estão de fora devem e podem ajudar, mas as mudanças mais significativas são levadas a cabo pelas pessoas do local e pela mudança das mentalidades.

Visitem a página. Está muito bem organizada. É fácil saber como ajudar, com quanto ajudar e escolher ou não no que ajudar. Existem ideias para todos os gostos e para todos os bolsos.

 

Visitem quanto mais não seja para se inspirarem com os sorrisos, com as alegrias, com aquela sensação boa  que recolhemos quando encontramos uma situação que ajuda a construir um mundo melhor.




Qual é a missão da The Big Hand?


The Big Hand é uma organização não-governamental que pretende contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde atua, através do seu modelo pedagógico centrado na criança. Trabalha em parceria com as comunidades e organizações locais e constrói ‘Escolas Amigas' baseadas nas boas práticas da UNICEF.

www.thebighand.org



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