sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

As crianças aprendem por imitação...




Pelo menos a grande maioria!
Obviamente que há que dar crédito à personalidade, à aprendizagem, a segundas hipóteses e a tudo o que possa contrariar os comportamentos menos corretos que outros tenham e que as crianças possam adquirir.

Partilho o vídeo especialmente pelos hábitos socialmente considerados menos graves (deitar lixo para o chão, ser rude, gritar) pois considero que pela sua menor gravidade haverá menor probabilidade de que existam muitas situações em que a criança possa perceber que estão errados.

Por estes e pela última frase. 

" Faz o que eu digo. Não faças o que eu faço." é uma conhecida frase portuguesa, mas talvez seja melhor aposta que cada adulto tente ter atitudes corretas ao pé das crianças (e de preferência longe delas). 

Quem sabe assim não existirão mais focos de influência positiva!!!!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

"...orgulhosamente sozinhos...mas não sós..."


the blue hour


É, sem dúvida no meio das dificuldades, que encontramos um novo ramo… num acalento difícil de explicar, quando todas as circunstâncias nos querem deitar abaixo e nós nos continuamos a sentir preparados para seguir.

De um quentinho que nos vem cá de dentro quando tudo cá fora é frio e arrepiante… Dessas rajadas de vento vêm situações para resolver, que tantas vezes nos fazem recordar as portas que se fecharam, que nos destruíram…

Mas é, inacreditavelmente, nessas novas janelas de confusão que nos vamos mais tarde sentir renovados e melhores…

Mais crescidos, mais conhecedores, mais espertos...

Ou talvez apenas mais velhos e mais vividos…

Podem viver-se tantas vidas no espaço em que alguns vivem apenas uma.

No espaço, no tempo, no pensar…

Vidas que nos acompanham, que nos ensinam, que nos provam que apesar das quedas haverá sempre um tempo para voltar a estar orgulhosamente de pé…

E normalmente orgulhosamente sozinhos… mas não sós… porque nos acompanham as nossas vidas, as personagens que já representámos, aquelas que acabamos por conhecer num guião que não foi escrito por ninguém.

Acalenta-nos a vista da natureza, do aroma a terra e a vida, do som dos outros que vivem ali no mesmo lugar…

Das coisas simples, oferecidas, que estão sempre lá, independentemente de tudo. 

Rodeiam-nos os objectos confortáveis, os lugares relaxantes, a paz…

Um dia voltará o gosto dos beijos, a sensação do toque e a meiguice dos afectos que nos fará, eventualmente, perder a noção e voltar a cair…

Mas tal como há mais de quinze anos atrás continuo a pensar…

Fará sentido a vida sem isso também??

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

"Love is a Losing Game"



Descobri hoje que não és quem eu pensava seres. Ou pelo menos era este pensamento que me dilacerava o peito quando a verdade se revelava perante os meus olhos a cada movimento do meu dedo.
Mal podia acreditar, ou talvez sempre soubesse. Os homens são todos iguais e nunca se pode confiar neles. Eu já devia saber. E sei… Mas as vezes prefiro esquecer…
Não chorei, não fiquei aflita, nem chocada…. Apetecia-me apenas espetar-te esta verdade na cara e livrar-me de ti para sempre…
Mas não deu… Não conseguia contactar-te e depois com o passar das horas fui tentando perceber o que fazer. Que ganharia eu em dizer-te tudo o que tinha descoberto? Irias tu ter uma explicação plausível para me dar ou teria eu que simplesmente ter que te perdoar esta traição de não seres quem eu pensava. Estava eu disposta a deixar-te se me dissesses a verdade? Haveria alguma palavra que saísse da tua boca em que eu conseguisse acreditar?
Não. Por mim e se tivesse escolha não queria ver-te durante dias até que a minha raiva e a minha desilusão desaparecessem.
Agora já decidi que não te vou contar nada, mas sinto a raiva e o ódio da impossibilidade de seres diferente dos outros crescer no meu ventre e fervilhar até à minha garganta. Não sei se conseguirei não revelar o que sei. Não sei até que ponto consigo fugir, mas sei que por muitos motivos me foi afastando de ti, por tudo o que calei e que achei que não conseguirias compreender.
Por todas as vezes que desisti de explicar, de te fazer entender, de te tornar parte importante de algo, de todas as vezes em que escondi a dor da desilusão. Esta é apenas mais uma. Tens pedido e eu tenho tentado voltar a aproximar-me de ti, mas… não sei se algum dia vou conseguir, se voltarei a olhar-te da mesma forma, se alguma vez conseguirei voltar a sentir orgulho de quem és e de estar ao teu lado.

sábado, 21 de janeiro de 2012

"CELA 211"



Um filme intenso, forte, que nos deixa sem respiração com tantos momentos de tensão.

Inteligente, perverso, natural...
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