quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Confissões

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sugestão 5


Não que o conjunto em si seja perfeito, mas o casaco reflete uma das tendências para a meia-estação. É um bom exemplo: leve, sofisticado e sóbrio. 
Neste caso, peca-se pelo excesso de acessórios: dispensava o relógio e a mala também tem um ar demasiado formal, mas dá para perceber a ideia.

Foto in Mulher Moderna

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

"Caixotes"...


Porque uma imagem (neste caso um desenho) vale mais do que mil palavras e é tantas vezes tão difícil explicar a quem não precisa de "caixotes", a extrema necessidade de eles existirem, por uma questão de humanidade, por uma questão de justiça, por uma questão de igualdade de oportunidades.

Certo é que a vida nada tem de justa e que, em imensos casos, concorremos todos com imensas diferenças nas oportunidades de sucesso, mas elas tornam-se cada vez menos marcantes quanto menos estiverem presentes.

É uma questão delicada, pessoal e que deve, realmente estar em constante avaliação para que seja realmente justa para o próprio e para o seu par. 

Não sendo de todo linear, especialmente em situações de difícil visibilidade e concretização, é uma das questões de maior responsabilidade social e desafio ético, no nosso dia a dia de educadores.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Romances



Somos por vezes muito ingratos em relação aos pequenos prazeres que a vida nos dá e que, por serem tão fáceis de alcançar nos esquecemos vezes sem conta de disfrutar, de lhes dar valor, de lhes recorrer para amaciar as aguçadas e pontiagudas faces da vida.

A mim acontece-me muito isso com a leitura e a música. 

Desde sempre que ganhei horas e horas de vida agarrada a folhas de papel encadernado com uma imensidão de carateres impressos. Simplesmente adoro e sei disso, mas muitas vezes me esqueço da sensação de leveza, paz e divertimento que posso retirar de umas boas horas encostada num canto qualquer a ler um livro.

Nos dias de sol é mais fácil lembrar-me disso, mas como a idade não perdoa, cada vez menos aguento as horas de calor e de exposição solar e por isso cada vez menos me lembro de "gastar" tempo a ler.


Certo é, que tal como em tudo na vida, a fartura desmistifica o prazer e depois de tantos anos já há pouco que realmente me surpreenda ou me consiga agarrar e realmente levar para um outro lugar qualquer, bem longe desta esmiuçada realidade.

Mas é o caso destas duas obras. O primeiro livro já li há alguns anos e custou-me um problemazinho nos dedos da mão devido peso real que o livro tem e de não o conseguir largar. 

Agora uns anos passados e tornando-se esse problema recorrente, aprendi a arranjar formas de apoiar o livro (sempre que possível) para poder continuar a lê-los horas a fio, dias seguidos, como gosto...

Assim, estou totalmente de acordo com a frase da capa... é como estar num lugar quente, diferente, é como sair daqui!

Para leitores experientes e que tenham ainda a capacidade de se deixar transportar são boas escolhas :)
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