domingo, 8 de abril de 2012

BOYS & GIRLS

LOLITA

" Os rapazes gostam de coisas, as raparigas gostam de pessoas"

O cérebro das raparigas está programado para reagir às pessoas e às caras, enquanto o cérebro dos rapazes reage aos objetos e às suas formas.

O homem vê coisas e as relações entre os objetos no espaço, como se juntassem as peças de puzzle.
As mulheres utilizam uma imagem maior e vêm os pequenos pormenores mas, individualmente, as peças do puzzle e a sua relação com as peças vizinhas é mais pertinente do que a sua posição no espaço.

in "Porque é que os homens nunca ouvem nada e as mulheres não sabem ler os mapas de estradas"




sexta-feira, 6 de abril de 2012

Maria Madalena - volume I - livro

Há alguns anos, antes de iniciar esta vida de descoberta e "exílio" uma amiga disse-me que deveria ler a história de Maria Madalena. 
Na altura não percebi o que ela queria dizer, mas alguns dias depois quando fui às compras no hipermercado encontrei esta coleção e, apesar de ela ser caríssima, comprei.
No entanto, apesar de ter iniciado a sua leitura não a li. Talvez na altura tivesse coisas bem mais emocionantes para fazer do que ler aquilo que me pareceu ser uma história de uma mulher daquela época e daquele espaço.
Mas o que é certo é que esta coleção me tem acompanhado por todas as casas onde vivi e esteve sempre lá, onde estão os livros que vou juntando e que quero ler, mas que por um motivo ou por outro vou adiando. 
O que é certo é que tal como o "ídolo" de que fala este volume, estes livros também exerciam sobre mim uma certa atracção e pensava sempre que queria mesmo arranjar tempo para os ler.

E, finalmente, li. Adorei a narrativa e a história em si, embora me pareça mais apenas uma espécie de reconto de uma história já conhecida por todos (mas não por mim). Aliás dentro desta conheci muitas outras histórias que só conhecia superficialmente.
Gostei tanto do livro que tinha que recomendá-lo e entre muitas passagens marcantes transcrevo uma que me acompanhou a mente por alguns dias:

"- Não. por favor, entre! - disse Zebida puxando Ester para dentro.- Precisamos dos seus conhecimentos.
- Conhecimentos?
- Sobre o que significa o passar dos anos para um homem e uma mulher- disse Zebida. - Como sabe, a minha filha Maria vai-se casar em breve. Então, juntamo-nos, todas as mulheres da família, para ajudá-la e transmitir-lhe o que sabemos. Mas não temos pessoas mais idosas, pois a minha mãe e a mãe de Natan morreram há muito tempo, assim como as nossas tias. Então, você poderia ajudar-nos!
(...)
- Conheço-te desde que nasceste - disse. - E desejo-te muita felicidade. (...)
- Mas devo dizer-te - continuou Ester - que boa parte dessa felicidade depende da tua própria força. O homem tem pouco a ver com isso."



publicações relacionadas:

Maria Madalena - volume II - livro em arte para que te quero, livros
 Maria Madalena - filme                  em  arte, para que te quero; filmes

quarta-feira, 4 de abril de 2012

" Make out like it never happened..."



Esta tinha de partilhar, por ser daquelas raras músicas que se entranha enquanto ainda a ouvimos pela primeira vez.

Acho que aprecio particularmente pela sonoridade, mas a minha "music advisor" deu-ma a conhecer pela mensagem!

Algo que eu ainda tenho que aprender... tomar decisões drásticas... como se nunca tivesse acontecido ;)

Beijinhos para ti!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Palavras Cruzadas

HUGO by Marta Filipa


Como acho que todas as mães já sabem (e como quero acreditar que a maioria dos pais também saiba) existe uma facilidade incrível em utilizar o contexto familiar da cozinha para trabalhar conceitos e interligações dos com miúdos em idade escolar.

Acho que quase toda a gente já trabalhou o cálculo mental ou a memorização de padrões enquanto cozinhava o jantar ou utilizou a hora de refeição para o desenvolvimento da oralidade, da organização mental, do vocabulário.

Enfim... ideias não faltam aos pais que em último caso se vêm a dividir laranjas em partes ou a dividir a pizza em dez fatias para ajudar o seu filho a entender exercícios....

Neste caso, tal como o título indica, gostava de chamar a atenção para as palavras cruzadas que podem ajudar a criança a conhecer palavras novas, significados diferentes de palavras usuais, familiarizar-se com as cadeias grafemáticas mais habituais e trabalhar a tão desafiadora ortografia.

Simples e envoltas numa relação com o prazer, com os tempos livres, com os jogos e principalmente com os adultos têm a dupla capacidade de cativar e de realmente funcionar.

Por isso da próxima vez que o seu filho estiver entediado lá por casa, faça-lhe um jogo simples de palavras cruzadas. Garanto que ele vai adorar!
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