sábado, 12 de abril de 2014

sábado...




Conhecem aquela sensação de estar a ler um texto e parecer que foi escrito mesmo a pensar em nós, como quem nos espia em silêncio nos momentos em que julgamos estar sós? A de o texto poder ter saído diretamente do nosso pensar, mesmo que nunca tivéssemos realmente articulado aquelas palavras ou ideias?
Pois, foi o que me aconteceu com o post "porque hoje é sábado" no blog " de tanto bater o meu coração parou". 

É que nunca tinha refletido no valor dos sábados na minha vida, dos sábados que se repetem de sete em sete dias que nem são os dias convencionados para trabalhar, nem necessariamente a sociedade estipulou como dias de descanso.

É ao sábado que, de fato, me sinto para livre para fazer extamente o que me apetecer. Para gastar o dia todo, as horas todas do dia e da noite a realizar muitas atividades ou a não fazer extatamente nada sem que isso me perturbe a mente, a semana ou tão pouco a pré-rotina (que é um conceito que só as pessoas facilmente abaladas pelos humores -como eu- devem conhecer).

De fato, ao sábado, nada parece tão grave ou definitivo. É assim como um pequeno intervalo na obrigação de estar consciente para se viver de fato!
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