quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Sobre o estar apaixonado

" Estou apaixonado por ti e sei que o amor é apenas um grito no vazio e que o esquecimento é inevitável e que estamos todos condenados e que chegará o dia em que todo o nosso esforço será devolvido ao pó, e eu sei que o Sol irá engolir a única Terra que alguma vez teremos, e eu estou apaixonado por ti."

A CULPA É DAS ESTRELAS - John Green

Efémeros ou nem tanto...


Foto no blog Salt of Portugal

Durante o "Festival Jardins Efémeros" que se instalam em Viseu durante 10 dias,no final de julho, mais de 150 toneladas de plantas ocupam o centro histórico Viseu, dando o mote ao Festival Jardins Efémeros, que 

A invasão de toneladas de plantas, a ocupação de prédios devolutos e de não-lugares, conjugada com a vontade de lhes dar um novo sentido, através das artes, cultura e ciência, são os alicerces do Festival Jardins Efémeros, que este ano tinha em carteira 283 atividades.

Bastaria esta descrição para vos encantar? Pois. Também a mim. Apesar de este ano já ter decorrido o IV Festival anual, eu, como  não podia deixar de ser não pude ver ou estar em nadinha de nada, mas, tal como em outros anos, fico ainda com mais água na boca com as "sobras" que ficam na cidade depois do evento e que nos dão uma pequena pista do que podíamos encontrar e com o que me contam os que poderam usufruir.

No ano passada as magníficas pinturas nas portas das lojas que continuámos a ver dia após dia, principalmente eu que passava muito pela rua direita quando as ruas estavam fechadas.
E estes anos, espantem-se, as mesas que falam!!! Quando a minha mãe me contou, fiquei encantada com a ideia de pendurarem de cabeça para baixo, mesas antigas utilizadas em escolas, oficinas, associações, etc, colocadas em locais estratégias da rua (livraria, costureira...) e que falam (ou seja, por baixo das quais se podem ouvir gravações, como por exemplo, de uma menina a ler uma composição).

O inusitado das mesas no céu e a imprevisibilidade desta instalação, em conjunto com a envolvência romântica e pitoresca da rua, outrora, centro de atividade comercial que nos dias de hoje se pretende recuperar, transporta-nos para um  um mundo de fantasia, tão pessoal e fantástico quanto a nossa vontade de nos deixar levar.  



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A Rainha


Talvez porque é uma história (ou pelo menos parte dela) que me lembro perfeitamente de ter visto nos telejornais, ou talvez porque sempre me intrigaram os mundos onde os protocolos se sobrepõem às pessoas até deixarmos de realmente as poder ver enquanto seres. Seja pelo que for eu gostei bastante e o sotaque britânico... delicioso :)

sábado, 2 de agosto de 2014

A culpa é das estrelas


Se um amigo me pedisse um livro para ler, seria este. 
Apesar da temática dramática, acrescenta-nos.
É uma daquelas experiências tão íntimas que as sabemos automaticamente como positivas sem, no entanto, conseguirmos concretizar exatamente o seu porquê.
Concordo com a descrição no próprio livro: "Perspicaz, arrojado, irreverente e cru",
com a crítica de Markus Zusak " um romance de vida e morte e das pessoas que são apanhadas pelo meio (...). Rimos, choramos e depois voltamos para ler mais."
e de Jodi Picoult "Repleto de explosões descontínuas de humor e tragédia, (...) dá a volta a temas universais - Serei amado? Serei recordado? Deixarei a minha marca neste mundo?- elevando dramaticamente a fasquia das personagens que fazem as perguntas."

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